POR QUE O LAYOUT FABRIL FAZ A DIFERENÇA NO AMBIENTE PRODUTIVO?


layout fabril

Pequenos detalhes podem fazer a diferença no resultado de uma linha de produção. Um exemplo é o monitoramento de processos em tempo real. Com ele é possível evitar erros a tempo e reduzir gastos desnecessários com investigação de causas e retrabalhos. Hoje falaremos sobre outro aspecto que influencia, e muito, nos resultados: o layout fabril. A maneira como estão dispostos equipamentos, bancadas de trabalho e insumos pode fazer toda diferença. Você já parou para pensar nisso? Especialmente em produções em grande escala, a perda de um segundo sequer pode significar horas de atraso no final das contas.

A escolha por determinado layout fabril ou outro não é uma fórmula pronta. Depende de especificidades de cada ambiente, quantidade de produtos, variedade, tamanho, natureza, etc.

Sendo assim, é preciso analisar, pesquisar, coletar dados, elaborar hipóteses e efetuar simulações até chegar ao layout ideal. Neste post, falaremos sobre alguns possíveis layouts e como podem servir como diferencial.

4 tipos de layout fabril

A reorganização do layout fabril serve principalmente para dois fins: reduzir perdas de tempo causadas pelo mau arranjo dos equipamentos dentro do ambiente e otimização dos resultados de modo a evitar falhas. Planejar como os equipamentos estarão organizados antes mesmo da aquisição deles é fundamental porque muitas vezes não será possível mudar de ideia ao longo do processo. Algumas máquinas necessitam de instalações bastante específicas e até arranjos estruturais na edificação.

Para a definição e organização do layout fabril, é necessário contemplar as necessidades específicas de cada empresa e ser coerente com cada realidade. Porém, há alguns modelos que podem servir como base ou inspiração para sua elaboração. Falaremos sobre 4 deles:

Layout linear

É o modo de produção clássico. Ideal para empresas que trabalham com somente um tipo de produto ou com pouca variedade de SKUs (tipos de produtos). Neste tipo de layout fabril, os equipamentos ficam fixos e os produtos é que se movimentam pela planta fabril. Nesse modelo, não há muita flexibilidade, já que não há a possibilidade de mudar a disposição das máquinas de acordo com a necessidade. Isso é bom para empresas que não trabalham sob demanda de clientes