3 cases que mostram por que investir em "hubs" de inovação é uma boa ideia


A transformação digital afetou não só as formas de se relacionar com as pessoas e informações ao nosso redor, mas também os processos e meios de trabalho.

Os hubs de inovação existem graças aos avanços tecnológicos.

Veja as vantagens de investir nesse projeto.

A capacidade de se reinventar e de gerar soluções originais é, hoje, um ativo de mercado. E no cenário dinâmico trazido pelas transformações digitais, ter celeridade nos processos e habilidade de somar conhecimentos é um imperativo para o aumento da produtividade e, consequentemente, para o sucesso. Por isso, é crescente o número de empresas que investem em inovação aberta, combinando intencionalmente recursos próprios com aqueles oferecidos por parceiros externos.

São exemplos conhecidos disso as parcerias em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) entre indústria e academia, projetos compartilhados entre empresas, e campanhas de crowdsourcing – em que as corporações lançam desafios para os quais startups e instituições científicas podem propor soluções. Mas além dos tradicionais mecanismos de inovação aberta, uma tendência que tem ganhado força entre as grandes corporações no Brasil é a criação de “hubs de inovação”.

Segundo os autores Launonen e Viitanen (2011), um “hub de inovação” reúne nove elementos que se sobrepõem: infraestrutura física e de serviços; educação; atividades de P&D; programas e políticas de fortalecimento de clusters; espaços colaborativos para testes e living labs; incubadoras de empresas; startups; pequenas e médias empresas; e grandes âncoras empresariais. Confira, a seguir, três cases que mostram por que investir no próprio hub pode ser uma boa ideia.

1 – Habitat

Em fevereiro deste ano, o Bradesco lançou o Habitat, seu hub de inovação. Localizado na região central da cidade de São Paulo, em um prédio de 10 andares, o espaço é voltado à geração de novos negócios baseados em tecnologias digitais disruptivas, como blockchain, big data e algoritmos, internet das coisas e inteligência artificial.

Além de reunir fintechs, o local recebe startups de serviços médicos, turismo e educação, por exemplo. Circulam por lá empreendedores, universitários, investidores, representantes de grandes empresas e dos sócios do Bradesco em tecnologia, incluindo gigantes como IBM, Microsoft e Oracle. Para investir em startups selecionadas do Habitat, o banco, que há alguns anos conta com o Inova Bra – espécie de incubadora de empresas – criou um fundo próprio de R$ 100 milhões.

A estratégia do banco de ter seu próprio hub acontece em um contexto de reação à crescente concorrência com as startups financeiras, as fintechs, plataformas digitais que oferecem produtos como crédito e meios de pagamentos. O hub funciona como espaço de aproximação com as fintechs.

2 – Oito

Em novembro do ano passado, a Oi também inaugurou seu hub de inovação e empreendedorismo, o Oito, no Rio de Janeiro. Ele funciona no modelo de parceria e construção de rede com outras empresas e instituições, como o Instituto Gênesis –Instituto de empreendedorismo da PUC-Rio –, Nokia, IBM, Oracle, Amazon Web Services, CPqD, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Senai, entre outras.

O Oito atua em três frentes: programa de incubação de startups em estágio inicial; seleção de startups mais maduras para aceleração, com acesso à área de coworking e aos parceiros do Oito; e IoT Lab, laboratório para desenvolvimento e teste de soluções de Internet das Coisas.

Com a inauguração do Oito, a Oi anunciou 18 startups selecionadas, de 500 inscritas, para passar por um curto período de avaliação, a partir do qual as oito com melhor performance seriam selecionadas para o processo de incubação realizado ao longo deste ano. As soluções e produtos desenvolvidos no Oito serão testadas e potencialmente adotadas pela companhia, para uso interno ou para integrarem o portfólio da empresa oferecido ao mercado.

3 – Pulse

Outro exemplo é o Pulse, hub de inovação criado em 2017 pela Raízen, empresa que une os negócios da Shell e da Cosan, em parceria com a SP Ventures, na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo.

Segundo a representante da Raízen, Fabiana Tarabal, a iniciativa é uma via para o constante monitoramento das startups e identificação de oportunidades ou ameaças. Além disso, a empresa quer preparar seus colaboradores para a transformação digital em curso, atrair talentos e se posicionar como influenciadora no ecossistema de inovação, trabalhando para fortalecer o agronegócio brasileiro como um todo.

E a sua empresa? Já pensou em criar seu próprio hub de inovação ou em se tornar parceira de alguma iniciativa já existente?

Fonte: VDI Brasil - http://www.vdibrasil.com

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